O fato de que por um momento fomos, é inegável. Hoje falo com você através de meias palavras, meias verdades. Escondida atrás de uma frieza e uma polidez que não são minhas e não espelham o rubor de meu rosto, o brilho dos meus olhos, o bater descompassado do meu coração. Escondem os sentimento que anseiam em sair por detrás de um sorriso torto e bobo que guardo só pra mim.
Tantas coisas foram ditas e sentidas, mas ao reler nossa história percebo apenas pensamentos desconexos, sem coerência, sem finalidade. Pensamentos que até hoje se fazem presentes. Ver você. Saber de você. Tudo isso ainda traz o brilho aos meus olhos. Queria dizer que te amei de uma maneira que nunca pude explicar. Depois de você renunciei às relações que se escondem atrás das palavras e da distância. Algo abstrato demais até para algo inexplicável e não palpável como o amor.
A sua atual sinceridade me é desconhecida, estranha se comparada com a passada ausencia dela, que me fez passar noites sem fim estudando a gramática de suas frases. Estudando detalhadamente cada palvras para garantir à mim mesma que você gostava de mim tanto quanto eu de você. Para ter certeza que nada estava passando despercebido....
Apesar do rubor que ainda surge quando falo com você, hoje já não tenho mais certezas, respostas prontas. Hoje promessas não me tentam mais. Suas frases são simplesmente conjuntos de palavras. Ruborizo não pelo que sinto, mas pelo que senti. Pelo que desejei. O superficial não me satisfaz mais, eu necessito o mergulho.
O que sinto hoje por você? Nem imagino. Mas não me provoque. Sou saudosista de mais para ignorar suas provocações.... Se você pode me confessar algo? Claro. Nunca pude te impedir de fazer tal coisa. Pena que nunca pude me impedir de esperar sempre a mesma resposta.
"Há a necessidade em
contra-
dizer-nos
no que não é sobre
compreensão
no que não é sobre dois
apenas dois: nós"
(Poesia tirada do blog Coração na Boca)
Lê
Tantas coisas foram ditas e sentidas, mas ao reler nossa história percebo apenas pensamentos desconexos, sem coerência, sem finalidade. Pensamentos que até hoje se fazem presentes. Ver você. Saber de você. Tudo isso ainda traz o brilho aos meus olhos. Queria dizer que te amei de uma maneira que nunca pude explicar. Depois de você renunciei às relações que se escondem atrás das palavras e da distância. Algo abstrato demais até para algo inexplicável e não palpável como o amor.
A sua atual sinceridade me é desconhecida, estranha se comparada com a passada ausencia dela, que me fez passar noites sem fim estudando a gramática de suas frases. Estudando detalhadamente cada palvras para garantir à mim mesma que você gostava de mim tanto quanto eu de você. Para ter certeza que nada estava passando despercebido....
Apesar do rubor que ainda surge quando falo com você, hoje já não tenho mais certezas, respostas prontas. Hoje promessas não me tentam mais. Suas frases são simplesmente conjuntos de palavras. Ruborizo não pelo que sinto, mas pelo que senti. Pelo que desejei. O superficial não me satisfaz mais, eu necessito o mergulho.
O que sinto hoje por você? Nem imagino. Mas não me provoque. Sou saudosista de mais para ignorar suas provocações.... Se você pode me confessar algo? Claro. Nunca pude te impedir de fazer tal coisa. Pena que nunca pude me impedir de esperar sempre a mesma resposta.
"Há a necessidade em
contra-
dizer-nos
no que não é sobre
compreensão
no que não é sobre dois
apenas dois: nós"
(Poesia tirada do blog Coração na Boca)
Lê
Digo e repito: Queria dizer que te amei de uma maneira que nunca pude explicar. Depois de você renunciei às relações que se escondem atrás das palavras e da distância.
ResponderExcluirMelhor verso do dia